| Para Ricardo Rosas Por HOMENAGEM 24/04/2007 às 12:55 Com muita tristeza, comunicamos o falecimento do escritor Ricardo Rosas, dia 11 de abril, em sua cidade natal, Fortaleza, por problemas de saúde. Autodidata incansável, Ricardo sempre se preocupou em compartilhar seus estudos e descobertas com outras pessoas, através do http://www.rizoma.net. Como um dos idealizadores e organizadores do Festival Mídia Tática Brasil, ele aproximou artistas, techs e ativistas políticos. Nos últimos anos Ricardo se dedicou a dois livros, prestes a serem lançados: um sobre gambiarras, chamado "Truquenologia" e o "Net Cultura 1.0 : Digitofagia", co-organizado com Giseli Vasconcelos. O Rizoma está temporariamente fora do ar, mas amigos estão dispostos a retomar e dar continuidade ao projeto. Além disso, ao longo dos últimos anos Ricardo construiu uma grande biblioteca e existe a vontade de algumas pessoas trabalharem para tornar público o acesso a estes livros. Neste momento, como declarou um amigo próximo, "a melhor coisa a fazer é recordar que o Ricardo deixou um legado muito importante para todos nós. Sempre lembrarei com entusiasmo das nossas conversas e do quanto ele era espontâneo, criativo e com muita vontade de trocar experiências". Rizoma | Festival Mídia Tática Brasil | o que é mídia tática | que venha a mídia tática! | Digitofagia | infos sobre o livro "Net Cultura" | "Compre-me: Eu, Vontade de Morrer", vídeo | Tecnopolíticas em ação | Notas sobre o coletivismo artístico no Brasil
URL:: http:// >>Adicione um comentário Infelizmente não tive o prazer de conhecê-lo ... o que tenho a relatar que o MTB foi meio que a porta de entrada para eu conhecer o lado B das coisas. Depois disso coloquei em prática a horizontalidade, o consenso e a colaboração. Fiz grandes muitos amigos e claro, me aproximei deste espaço.
Uma publicação impressa dos textos do Rosas seria algo genial.
Hasta siempre camarada !
Em solidariedade.
frame (((i))) belo horizonte
 | Ricardo, querido amigo, me ajudou em momentos dificeis, quando cheguei em Sao Paulo, em meio a dificuldades tremendas financeiras ele me chamou para dar uma oficina de colagem no sesc, sensivel à condiçao em que eu me encontrava, um grande coraçao. Mas tambem um grande aliado nas questoes que tocam nossa atualidade e as novas estrategias de resistencia exigida por ela: ele propiciava como poucos no brasil ENCONTROS, nao somente entre pessoas empiricas, que possam se reconhecer mutuamente, mas nesses encontros ele sabia agir como intercessor e desencadear entre os individuos que se encontravam o encontro com uma intensidade que nos levava e que sempre levou os seres insatisfeitos com os valores dados e que buscam criar e viver o novo. Nesse sentido, ele sabia fazer isso que ainda nao é perceptivel para a maioria mas que ganha força, uma politica afirmativa baseada na violencia de encontros que nos arrancam das coordenadas preestabelecidas que nos colavam no dado e nos lançam num plano outro, constituido de forças e relaçoes afirmativas e produtivas. Ele fazia essa politica ao modo de um contagio. Grande aliado, ele contagiou com essas forças muitas pessoas e cada um de nos que atraves dele ou dos encontros que ele propiciou ou das linhas que ele escreveu foi contagiado levara essa força ao limite de novos encontros singulares e produtivos, afirmadores da vida que ele tanto amava e a qual ele jaais renunciou de viver sem concessoes ao poder constituido. Desse modo ele estara vivo em cada novo encontro como ele fazia estar vivo todos os nomes da historia que viveram a vida ao modo de um tal contagio. Cleber Lambert  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  | |