| Professor da USP desvia 450 mil de projetos a serem realizados na Praia da Pipa Por Comunidade de Pipa 10/05/2007 às 11:33 Famoso articulista da Folha de São Paulo e Dr. da USP dá golpe em comunidade do Rio Grande do Norte. Em 2003, após a visita do Professor Dr. Gilson Schwartz, diretor do projeto Cidade do Conhecimento da USP à vila de Pipa, no Rio Grande do Norte, começaram as mobilizações para a vinda de um telecentro para o local. O Telecentro Rede Pipa Sabe foi inaugurado em 2004 com uma grande repercussão na mídia local e nacional. Segundo o site da USP a missão do projeto era ?jogar uma "rede" sobre Pipa e região, puxando talentos, revelando-os em ondas de oficinas e incubando projetos, empreendimentos, produtos e serviços capazes de liderar uma revolução cognitiva na cadeia produtiva do turismo local.? Mídias Digitais e Desenvolvimento Local foi mais um projeto elaborado pela Cidade do Conhecimento em Pipa e que previa oficinas de Emancipação Digital, equipamentos para o telecentro além de outras ações como atividades culturais além de reformas necessárias do local (instalação de um banheiro, pintura). O projeto começou em abril de 2006 e encerrou em abril de 2007. Do total de r$450.000,00 apenas r$17.000,00 chegarem em Pipa, para o pagamanento de bolsas para monitores do espaço, sendo que a maior parte deste montante foi para somente um pesquisador da própria USP que passou 1 ano no local. No decorrer do projeto quando começaram a desconfiar do era dito na imprensa e o que de fato acontecia no local, os gestores locais questionaram a Cidade do Conhecimento, que por sua vez os queria obrigar a assinar um contrato para a imediata liberação de todo o dinheiro. O conteúde deste contrato nunca foi conversado com eles e optaram por não assiná-lo. Em 2007 resolveram fazer a denúncia. A comunidade denunciou o fato à FINEP em fevereiro de 2007 quando veio um representanto desta instituição visitar o local. Este disse que recebia vários relatórios mensais da Cidade do Conhecimento a respeito de atividades que nunca tinham sido desenvolvidas em Pipa. Para conseguir o apoio da FINEP uma outra isntituição foi mobilizada em São Paulo. A OSCIP Via Pública - Instituto para o desenvolvimento da gestão pública e das organizações de interesse público. O projeto pode ser encontrado na Internet no segyinte endereço -> http://www.cidade.usp.br/blog/2006/06/21/pipasabe-finep/ Em 2004 o Telecentro contava com 10 bolsistas, 4 computadores e uma pequena biblioteca. Ao longos anos, a expectativa dos recursos chegarem foram sempre adiadas com desculpas diversas como burocracia, falta de assinaturas etc. No entanto isto não impediu da instituição de São Paulo acionar a imprensa sempre que necessário para dar visibilidade aos projetos fantasmas. Segundo os voluntários do local nunca houve transparência nas prestações de contas e nos relatorios enviados. Nunca foi enviado nenhum tipo de nota fiscal de nada que foi comprado em nome do telecentro. No contato com a Finep foi descoberto que os relatórios eram de fato falsificados. Depois de todo o episódio o Telecentro prepara-se para uma nova fase. Xô URUBU!!
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NÃO LI O ARTIGO, MAS ME PARECEU ATÉ CÔMICO ACUSAR UM PROFESSOR DISSO, POIS ONDE, NESTE BRASIL, UM PROFESSOR PEGA EM UMA QUANTIA DESSAS, SE ATÉ PROFESSOR UNIVERSITÁRIO PERCEBE MISÉRIA? PROFESSOR NO BRASIL ESTÁ MAIS PARA "FOME ZERO" DO QUE LARÁPIO DE ALTO ESCALÃO.
AH, RÁ, RÁ (RISOS) Isso ter que ser investigado. Povo da vila de Pipa, reúnam os documentos que comprovam os fatos, incluindo depoimento de testemunhas, etc. E encaminhem para o Ministério Público Federal, controladoria geral da União, Ministério Público de São Paulo (Professor da USP é funcionário público do Estado de São Paulo) e para a USP. não tem nada de piada nesta notícia, tem de possível, juízes, ministros do stj, também estavam acima da maledicência e agora? o professor pode não ter embolsado diretamente, outros podem ter embolsado o dinheiro, e aí, vai ficar sem investigação? isto é só mais um exemplo de como a miséria serve de alimento a poucos que se refestelam com recursos públicos, ou seja, nossos. fui  | Mentira Apócrifa
Sabe-se que a internet peca, no que diz respeito à governança, pela facilidade com que circulam mentiras apócrifas. É o caso em tela.
O(s) covarde(s) mentiroso(s) e criminoso(s) que se esconde(m) por trás da identidade "Comunidade da Pipa" arrola(m) uma série impressionante de falsidades que, caso o(s) mesmo(s) tivesse abertamente se identificado, mereceriA(m) imediata abertura de processo por calúnia e difamação.
É lamentável que pessoas de má fé façam esse uso do instituto da informação livre e aberta. O projeto da Rede Pipa Sabe, que durante 4 anos contou com o apoio decisivo da USP e muitas outras instituições do governo federal, governos estaduais, empresas e entidades da sociedade civil, encontra-se em curso. Sequer foi apresentado ainda o seu Relatório à FINEP. Em tempo, não são R$ 450 mil, mas R$ 500 mil, haja vista que o projeto inclui uma contrapartida da própria USP.
Essa imprecisão é apenas uma evidência da ignorância que somada à má fé produziu esse comunicado abjeto e apócrifo.
Gilson Schwartz Lìder do Grupo de Pesquisa Cidade do Conhecimento Depto. de Cinema, Rádio e TV Escola de Comunicações e Artes Universidade de São Paulo www.cidade.usp.br
Pedro Paulo Martoni Branco Diretor-Executivo OSCIP Instituto Via Pública www.viapublica.org.br  | Sr. Gilson,
Se afirma ser mentira, cade o meu dinheiro?
e mais, cade os contratos com os direitos de cessao de imagens que fizemos na ultima oficina e vc vendeu tudo para a nokia!
cuidado, doutor, estas jurado de morte por estas bandas do país...
e potiguar é manso mas faz  | Tive visitando a praia da pipa na semana passada, e resolvi dar uma passada para conhecer o projeto que há tanto ouvia falar: lamentável estado do local, telhas quebradas entrando água, falta de banheiro, apenas um computador para o uso de toda a comunidade, além do espaço só funcionar pelas manhãs, por falta de monitores que recebam salários. A biblioteca só possui livros muito antigos e revistas rasgadas e ultrapassadas, a sala é um ninho de baratas (muitas!). Juro que fiquei decepcionado com o que vi, ainda mais depois de tanta propaganda que ouvi sobre esse projeto por ai afora. A conclus~ao que chego é uma só: o espaço n~ao funciona! Perguntei à unica monitora presente (voluntária) se já funcionou e ela me respondeu: "só quando vem o pessoal da usp para dar oficina e trazem canal de tv e repórter de jornal lá do sul pra passar férias".
É uma pena. Moro na Itália e agora de volta a Turim penso que só mesmo num país como o Brasil isso poderia acontecer....  | sAFADO, ARROGANTE, MENTIROSO TEM QUE ESTAR EM CANA VEIO AQUI COMO SE FOSSE O CARA, COM UM PROJETO MUITO BOM, MUITO BOM MESMO MAS POR TRAS ESTAVA SOMENTE A INTENÇÃO DE ENGANAR A COMUNIDADE QUE NAO É BESTA. mANDA ELE DAR AS CARAS POR AQUI DE NOVO. o PROJETO DA CIDADE DO CONHECIMENTO ETC... ANDA APESAR DESTE SAFADO, PROFESSOR POS GRADUADO, DOUTOR ETC...FORMASDO PELA USP... MENTIROSO... "PIADA 10/05/07 10/05/2007 13:41
NÃO LI O ARTIGO, MAS ME PARECEU ATÉ CÔMICO"
Po... isso sim é que é piada... nao se da o trabalho de ler e ja critica.. deve ser um esquerdista desses ai que prega marx sem ler o capital.  | Acho que a denúncia procede, haja visto o estado lastimável do local que pude presenciar, bem como a péssima qualidade do equipamento e da constante inoperância do mesmo.
Mas tem que ser averiguado e implementadas as seguintes ações:
1.Se o dinheiro em questão, com destino para o projeto, saiu de fato das fontes e para que contas este foi transferido.
2.Reunir todos os documentos possíveis, como fotografias datadas, relatórios contábeis, e-mais de comunicação entre as entidades e etc...
3.Acionar através de ofício o ministério Público, a USP e a Cidade do Conhecimento pedindo esclarecimentos sobre o destino dos recursos e o procedimento para uma possível liberação.
4.Informar os meios de comunicação que divulgaram os fatos inverídicos como o andamentos de ações inexistentes sobre a mentira, enviando material de apoio (fotografias, cópias de documentos, textos e entrevistas com pessoas diretamente ligadas ao telecentor, inclusive usuários) devidamente datados e indentificados.
Feito isso manter o acompanhamento constate dessas ações no sentido de garantir o resultado das mesmas.
Por fim quero dizer que as declarações do professor acusado no caso me parecem frágeis e em momento algum esclarecedoras. Pensou mais em atacar para não precisar defender-se, sem explicar nada de conclusivo.
Um mal sinal.
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