No momento atual, diversos acessos da cidade estão fechados para construção da Nova Marginal - uma clara política de privilégio ao transporte individual, feita em detrimento de investimentos na melhoria das condições dos transportes coletivos.

O transporte coletivo é um direito elementar, que garante o acesso aos demais direitos sociais, como saúde, educação e cultura. não deveria, portanto, ser tratado como um grande negócio, servindo para enriquecer empresários e eleger políticos, e que não responde às necessidades da população.

O Movimento Passe Livre acredita que o transporte público precisa ser "público de verdade": gerido fora da iniciativa privada e gratuito para o conjunto da população. O movimento defende a municipalização do sistema e a criação de um fundo municipal de transporte coletivo gerido com participação popular. A arrecadação desse fundo pode vir de multas de trânsito, estacionamento Zona azul, publicidade em ônibus e terminais e, fundamentalmente, de uma reforma tributária que aumente os impostos progressivos.

Enquanto não houver uma mudança radical e estrutural no sistema de transporte vão continuar acontecendo aumentos todos os anos. Quando aumenta a tarifa, aumenta também a exclusão social.

A data escolhida para o acorrentamento - 26 de outubro - é desde 2005 o Dia Nacional de Luta pelo Passe Livre, em referência à data de aprovação do passe livre estudantil em Florianópolis (26/10/2004).


Leia mais sobre a gratuidade no transporte coletivo acessando o site  http://tarifazero.org

Site do Movimento Passe Livre de São Paulo:
 http://saopaulo.mpl.org.br