| Contra o FSM Por Comunalivre 27/01/2003 às 00:10 O outro lado da mesma moeda Já é hora de protestar "contra o FSM" com a mesma determinação que foi feito em Seatle, Gênova e Davos. Os urubus, que correm atrás dos previlégios de carreira e poder merecem um combate direto e acirrado. Não façamos eventos paralelos, é o que querem de nós. Eles querem nos desviar para esta tática do paralelismo que é a mesma que eles usam para enfraquecer a luta local/global contra os ataques do capitalismo às condições de vida da imensa maioria da humanidade. O FSM é a linha de frente da hipocrisia que fez história com todo tipo de chauvinistas social-democratas, pseudo-libertários, keynesianos-decadentes, órfãos de Gorbachev. Uma história triste feita de nacionalismo-social-democrata, de nacional-bolchevismo seguido com as nações-oprimidas, anti-imperialistas, (estou falando da Itália de Mussolini e da Alemanha de Hitler) para agora buscar conduzir a luta que seria de todos os proletários contra todos os Estados em direção à uma luta contra os EUA, pois esta seria o único Estado-nação beneficiado com o capitalismo. Agora esta social-democracia, com todas as tendências que este partido capitalista feito para operários tem direito à exibir: desde os reformistas confiantes na eternidade do capital até os apologistas da estatização do trabalho assalariado; está no poder em Pindorama e o FSM está na TV, com suas vedetes e seus apelos para que os ricos ajudem os pbbres, que lindo! Abaixo a hipocrisia do FSM! Unamo-nos fora e contra esta farsa! Contra a exploração capitalista matriz da miséria e das guerras quie vivemos! Internacionalismo proletário contra o capital mundial!
Email:: comunalivre@ieg.com.br URL:: http://www.comunlivre.hpg.com.br >>Adicione um comentário Sejamos um pouco mais práticos... É evidente que o FSM tem problemas, é evidente que não podemos segui-lo a risca... Mas o intercâmbio proporcionado por ele é único.. Por exemplo: Um grupo de desobediência civil italiano que pretende invadir bases americanas pelo mundo está aprendendo a parar estradas com um grupo argentino(Piqueteiros)... O QUE VAMOS GANHAR COM ISSO?fazendo eventos paralelos podemos trocar experiencias e muito mais ...e continuar agindo todo dia que é o que devemos fazer...mas se voce quer mais uma data para fazer protesto espetacular e ate aparecer na tv , esta aí neh... ignore , boicote o forum!pare de transformar a revolução em espetaculo ,eo espetaculo em revolução!  | pleno acordo com a msg principal. é preciso combater as tendencias reformistas que procuram iludir as massas oprimidas com promessas de "capitalismo mais humano". puro papo furado. sobre o cara que diz que o pessoal da itália aprendeu a ocupar rua com os piqueteiros argentinos, ora essa, vai me desculpar, mas isso nao tem muito o que aprender: é fazer, em cada lugar uma realidade diferente. e esse tipo de contato se faz com ou sem o forró de poa. o forró representa a esquerda que faz acordo com a burguesia e precisa ter sob seu controle parcelas dos mov. sociais para se credenciar nos banquetes de davos. porisso, fora com essa farsa que é o forró. A questão não é que o F$M tem problemas mas que o F$M É UM PROBLEMA! MORTE AO CAPITALISMO! MORTE AO F$M E SUAS TENTATIVAS DE ETERNIZAÇÃO DO CAPITALISMO! Pleno acuerdo. Los compas de Arco Iris en Argentina estan diciendo casi lo mismo y han llamado a los de AGP que se encuentran en POA a discutir eso. Vamos a buscar formas operativas de articular la discusion para ampliarla y pensar en un Foro Alternativo o como se llame o sin nombre. Propuestas practicas. Profesor J Clajadep  |  | Não há muito o que se dizer; já estamos fartos das velhas jogadas burocráticas pela contenção e cooptação dos movimentos sociais radicalizados, que esgoelam conta o capitalismo e suas táticas estatais. Conciliar capitalismo com os chavões de humanização é parte de um único roteiro inteiro, intercalado pelos discursos circenses dos crápulas que protagonizam essa farrinha vazia e sem conteúdo. Toda farrinha tem sua torta, nem que seja pra provar que, sendo em Davos ou em PoA, eles, reformistas reacionários de plantão, não representam nada nem ninguém. Que eles estejam lá, com suas estratégias de enfoque na consolidação e interação entre camadas controversas (radicais e reformistas) - essencial para a afirmação desse senso pseudo-democrático na opinião popular - e que nós, explorados-proletarizados pela força da máquina mercantil-estatal, respondamos com autonomia e luta direta contra seus aparatos espetaculares de representação. Auto-organização ou barbárie! Contra o FSM, a falsa-participação e os espaços cedidos pelo Estado e mercado! Pela construção/reapropriação de espaços autônomos, geridos diretamente por todos! Pessoa (única e irrepresentável) anticapitalista
| | | | | © Copyleft http://www.midiaindependente.org: É livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída. | |