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Por que erramos ao gritar Diretas Já?

Em meio ao caos generalizado no qual transformou-se a política institucional brasileira e mundial nos últimos anos, discursos incoerentes vem ganhando destaque na mídia e espaço entre a população de forma assustadora. Tendo em vista a polarização no espectro político nacional, de um lado temos o discurso assumidamente de direita – na maior parte das vezes oriundo das classes média e alta, eleitores de partidos como o PSDB e o PMDB, que pautam a ideologia neoliberal, como João Dória, ou defensores de políticos assumidamente conservadores e autoritários como Jair Bolsonaro e sua família, defensores da intervenção militar – e do outro lado temos o discurso fantasiado de esquerda mas que compôs a mesma agenda neoliberal que dizia combater, é o caso do PT, CUT e sua base, que estavam desaparecidos mas agora reapareceram nas ruas, após anos de silêncio, mesmo diante da aprovação de leis de repressão e censura como a lei antiterror aprovada por Dilma, o silêncio diante do genocídio nas favelas durante o governo PT, as diversas remoções para dar lugar aos megaeventos e o massacre contra o povo indígena financiado por empresários ligados ao partido, que ainda contou com a nomeação de Kátia Abreu.

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Cartilha Grêmio Autônomo e Auto Organizado

Essa cartilha é o resultado de um acúmulo histórico da luta do movimento estudantil local e foi elaborado com o intuito de resgatar os princípios de organização baseados na autonomia, horizontalidade, independência, apartidarismo e democracia direta desvalorizados nas ultimas décadas por conta de disputas institucionais, ou seja, disputas que estão sempre vinculadas aos governos ou a grupos que possuem interesses particulares em detrimento da construção da luta popular.

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Primeiro de maio: de 1886 à 2017, o que mudou?

Foi em 1886, nos Estados Unidos, mais especificamente em Chicago, que trabalhadoras e trabalhadores rebelaram-se principalmente com a alta jornada diária de trabalho, qu
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A Ger'Ação Direta no DF: Reflexões sobre as lutas sociais em Brasília na primeira década século XXI

O presente artigo tem como eixo condutor a relação entre a atual geração do movimento estudantil na UNB e o processo contemporâneo de movimentos sociais no Distrito Federal. Trabalharemos a hipótese de que a Ação Direta é a principal característica deste período. Sua análise terá como parâmetro cinco eventos nos quais a participação de estudantes secundaristas e/ ou universitários/as foi determinante: a Greve Nacional das Universidades Federais de 2001; a Luta pelo Passe Livre Estudantil e Contra o Aumento de Passagens de ônibus de 2004-2006; a Ocupação da Reitoria da UNB e a Luta pela Paridade de 2008; o Movimento Fora Arruda e Toda Máfia de 2009-2010; a Luta em Defesa do Santuário dos Pajés e contra o Setor Noroeste de 2011-2012. A análise será feita desde as recentes produções acadêmicas de ativistas sobre o movimento que apresentam diferentes características desta luta. Faremos, por fim, um balanço geral das principais contradições, limites e possibilidades desta luta, finalizando com uma breve comparação desta geração com outra, de 1968, também marcada por sua radicalidade.

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Sobre a tática Black Bloc nos movimentos populares do Rio de Janeiro

As jornadas de junho de 2013 alcançaram seu objetivo específico, a redução da passagem, mas como não havia horizonte estratégico bem desenhado, isto é, como não se tinha em mente qual seria o próximo passo, qual seria o novo objetivo especifico – a maioria das pessoas nem acreditava na vitória –, como as formas de intervenção não preparavam para um novo estágio organizativo, o recuo foi inevitável. A tática da revolta popular (denominada assim pelo blog Passa palavra) mostrou seus limites devido a transformação dos meios em finalidades e pela ausência de perspectivas.

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[Editorial] Passaremos com a Revolta Popular

Uma breve análise sobre os atos contra a PEC 55 em Brasília-DF

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Organizando pra desorganizar, pela Ação Direta

“Posso sair daqui para me organizar;
Posso sair daqui para desorganizar”
Chico Science, Da Lama ao Caos

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A Ação Direta que ilumina o Cerrado

(um relato e reflexão sobre o ato do dia 29/11/2016)

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A PEC 241 e os movimentos conservadores anti-ocupação, o que há em comum entre eles?

A PEC 241/55 pretende congelar os investimentos nos serviços essenciais para a população por 20 anos e com isso, redirecionar tais recursos para grandes empresárias/os do sistema financeiro. Como reação a tais medidas de austeridade, estudantes e trabalhadoras/es em geral se organizam e as ocupações se espalham pelas universidades e escolas. No entanto, grupos conservadores se organizam para tentar impedir as ocupações e garantir o desenvolvimento do neoliberalismo no Brasil.

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Por que a favela grita que "a UPP também é ditadura"?

Nos últimos meses a população de várias favelas do Rio de Janeiro está se organizando contra a massiva repressão das Unidades da Polícia Pacificadora – UPP. Junto aos gritos de “UPP também é ditadura” e “UPP chegou para matar trabalhador”, os moradores têm protestado e denunciado uma falsa política de segurança que se restringe à mais opressão da população pobre e marginalizada.

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Sobrevivência Coletiva

Economia Solidária: Reformismo ou Libertação?

O que é Economia Solidária?

Como surgiu a Economia Solidária?

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