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Homeschooling: uma ameaça vendida como solução.

 
Socialização: 
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O Problema da Legalização do Trabalhador de Aluguel

É por 7 votos contra 4 que é aprovada pelo STF - Supremo Tribunal Fe
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[OPINIÃO] No dia em que a esquerda voltar a ser “radical” – A encruzilhada política do Brasil

A história do Brasil é uma história de golpes, de governos autoritários, de resistências
tamanhas.
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Reflexões para construir uma força autônoma diante do caos que vivemos

Desde a semana passada a greve dos caminhoneiros deixou tudo quanto é grupo político desbaratinado, a torto e a direita, mas sobretudo a esquerda.

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Intervenção Federal no Rio é Manobra Política?

Sabemos que a participação do exército e das forças armadas em operações policiais no RJ não é novidade, como observado no Complexo do Alemão em 2010, na Mar
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[Rio de Janeiro-RJ] Docentes e Diretores de Escolas Estaduais Pontuam Críticas À Política de "Otimização Escolar"

Em mais um ano de ataques sucessivos à educação pública e gratuita, a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro dá instrução às direções de que se encha turmas com 45 alunos em cada sala de aula para cortar turmas. Medida essa chamada pela instituição de "otimização" mas que torna degradante ao docente o exercício de sua função.

Segue abaixo nota assinada por diretores eleitos das escolas, (em oposição à SEEDUC) contra as medidas.

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PEC 181: criminalização do aborto e tudo que você precisa saber sobre o cavalo de tróia das mulheres.

Atualmente no Brasil o aborto é permitido em casos de gestações advindas de estupros, risco de vida materno e fetos anencéfalos (sem cérebro), e, embora seja garantido por lei, milhares de mulheres encontram dificuldades para ex

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A farsa da guerra às drogas

Quatro pessoas morreram no último mês decorrente de tiroteio em comunidades no Rio de Janeiro. Na Mangueira, mãe e filha desciam para trabalhar quando foram atingidas por disparos. No Pavão-pavãozinho, um homem foi vítima de estilhaços de granada. No Lins, uma criança de 10 anos foi baleada na cabeça. Em todos os casos a Polícia Militar fazia operação na região. 

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Por que erramos ao gritar Diretas Já?

Em meio ao caos generalizado no qual transformou-se a política institucional brasileira e mundial nos últimos anos, discursos incoerentes vem ganhando destaque na mídia e espaço entre a população de forma assustadora. Tendo em vista a polarização no espectro político nacional, de um lado temos o discurso assumidamente de direita – na maior parte das vezes oriundo das classes média e alta, eleitores de partidos como o PSDB e o PMDB, que pautam a ideologia neoliberal, como João Dória, ou defensores de políticos assumidamente conservadores e autoritários como Jair Bolsonaro e sua família, defensores da intervenção militar – e do outro lado temos o discurso fantasiado de esquerda mas que compôs a mesma agenda neoliberal que dizia combater, é o caso do PT, CUT e sua base, que estavam desaparecidos mas agora reapareceram nas ruas, após anos de silêncio, mesmo diante da aprovação de leis de repressão e censura como a lei antiterror aprovada por Dilma, o silêncio diante do genocídio nas favelas durante o governo PT, as diversas remoções para dar lugar aos megaeventos e o massacre contra o povo indígena financiado por empresários ligados ao partido, que ainda contou com a nomeação de Kátia Abreu.

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Primeiro de maio: de 1886 à 2017, o que mudou?

Jornadas de trabalho excessivas, direitos escassos, “negociação” patrão e empregado sobrepondo-se à leis trabalhistas, pouco tempo para almoço… incrivelmente, o contexto atual no Brasil é extremamente semelhante a aquele que deu origem ao dia que hoje é o feriado conhecido como primeiro de maio. Mais que um dia para faltar ao trabalho e à escola, ou um dia de saldar o trabalhador, o dia primeiro de maio é um dia histórico de luta, conquista e sangue.

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Sobre a tática Black Bloc nos movimentos populares do Rio de Janeiro

As jornadas de junho de 2013 alcançaram seu objetivo específico, a redução da passagem, mas como não havia horizonte estratégico bem desenhado, isto é, como não se tinha em mente qual seria o próximo passo, qual seria o novo objetivo especifico – a maioria das pessoas nem acreditava na vitória –, como as formas de intervenção não preparavam para um novo estágio organizativo, o recuo foi inevitável. A tática da revolta popular (denominada assim pelo blog Passa palavra) mostrou seus limites devido a transformação dos meios em finalidades e pela ausência de perspectivas.

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A PEC 241 e os movimentos conservadores anti-ocupação, o que há em comum entre eles?

A PEC 241/55 pretende congelar os investimentos nos serviços essenciais para a população por 20 anos e com isso, redirecionar tais recursos para grandes empresárias/os do sistema financeiro. Como reação a tais medidas de austeridade, estudantes e trabalhadoras/es em geral se organizam e as ocupações se espalham pelas universidades e escolas. No entanto, grupos conservadores se organizam para tentar impedir as ocupações e garantir o desenvolvimento do neoliberalismo no Brasil.

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Por que a favela grita que "a UPP também é ditadura"?

Nos últimos meses a população de várias favelas do Rio de Janeiro está se organizando contra a massiva repressão das Unidades da Polícia Pacificadora – UPP. Junto aos gritos de “UPP também é ditadura” e “UPP chegou para matar trabalhador”, os moradores têm protestado e denunciado uma falsa política de segurança que se restringe à mais opressão da população pobre e marginalizada.

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