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Niterói-RJ: Estudantes do C. E. Pinto Lima fazem ocupação e Polícia Militar tenta impedir

Maio 10, 2016 - 00:00
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Nesta terça-feira, 10 de maio, estudantes do Colégio Estadual Pinto Lima (CEPLIM) ocuparam a escola pela manhã, antes da chegada dos funcionários e a direção. Ainda pela manhã a Polícia Militar chegou exigindo a entrada, mas os estudantes não permitiram.

Niterói-RJ: Famílias sob ameaça de remoção - Resistência Aldeia Imbuhy e Caiçaras do Sossego

Agosto 02, 2015 - 00:00
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Em Niterói, duas comunidades próximas, estão sob forte ameaça de remoção. São a Família de pescadores Caiçara da Praia do Sossego que vivem no local há mais de meio século e da pesca artesanal, e as 35 famílias que vivem na Aldeia Imbuhy desde o século 19. Ambas vivem em verdadeiros paraísos ecológicos e, por isso, se veem ameaçadas pelo olho grande dos interesses privados de empresários e políticos.

PEC 241 aprovada em primeiro turno gera revolta

Outubro 12, 2016 - 04:12
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Foi aprovada em primeiro turno na câmara dos deputados a PEC 241. A notícia, que começou a ser divulgada há pouco tempo, já gerou uma revolta gigantesca e inúmeras ações contrárias à aprovação da Proposta já começaram a ser marcadas. Todavia, o que é a PEC 241 e por que a população trabalhadora se põe ferozmente contra?

PEC 181: criminalização do aborto e tudo que você precisa saber sobre o cavalo de tróia das mulheres.

Novembro 11, 2017 - 12:49
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Atualmente no Brasil o aborto é permitido em casos de gestações advindas de estupros, risco de vida materno e fetos anencéfalos (sem cérebro), e, embora seja garantido por lei, milhares de mulheres encontram dificuldades para exercer seus direitos - principalmente nos casos de estupro.

Niterói-RJ: Conselho tutelar ENTRA e conversa com estudantes do ocupaIEPIC, mas diz para jornal que foi impedido

Abril 08, 2016 - 00:00
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Os estudantes secundaristas do Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho ( #ocupaIEPIC ), vêm sofrendo diversas acusações dos representantes do estado do Rio de Janeiro. A direção da escola acusou os alunos de agressão, depredação do colégio, de impedirem pessoas de saírem da escola, de estarem sendo manipulados por estudantes da UFF, entre outros. Uma nota de esclarecimento foi publicada pelos estudantes nas redes sociais em repúdio a tais acusações.

Niterói – RJ: Estudantes Protestam Contra o Corte de Vagas na Moradia da UFF

Outubro 13, 2017 - 23:23
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O protesto caminhou pela Presidente Pedreira e seguiu pela praia do Ingá até chegar à reitoria, em Icaraí, onde encerrou com uma roda de conversa acerca do tema da manifestação e com a colagem de cartazes no prédio da reitoria.

 

Rio de Janeiro-RJ: MPL-Rio realiza mais um ato CONTRA O AUMENTO

Janeiro 07, 2017 - 19:22
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Nesta sexta-feira, 06 de janeiro, manifestantes se reuniram em ato, puxado pelo Movimento Passe Livre do Rio de Janeiro, contra o aumento da passagem e o corte do Bilhete Único. O protesto saiu em direção à Cinelândia, passando pela Candelária, enquanto panfletos denunciando os problemas do transporte eram distribuídos para a população.

Niterói - RJ: Guarda Municipal Agride Camelôs em Protesto no Centro

Novembro 29, 2017 - 23:19
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Na tarde desta quarta-feira, dia 29, camelôs da região central da cidade de Niterói realizaram um protesto pedindo pela legalização do seu trabalho nas ruas, temendo a repressão da GM, comum nos finais de ano. A Guarda Municipal reprimiu o ato, agredindo fisicamente os/as manifestantes com cassetetes e spray de pimenta.

Por que a favela grita que "a UPP também é ditadura"?

Junho 30, 2014 - 00:00
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Nos últimos meses a população de várias favelas do Rio de Janeiro está se organizando contra a massiva repressão das Unidades da Polícia Pacificadora – UPP. Junto aos gritos de “UPP também é ditadura” e “UPP chegou para matar trabalhador”, os moradores têm protestado e denunciado uma falsa política de segurança que se restringe à mais opressão da população pobre e marginalizada.

A incorporação de novas práticas integrativas no SUS — A crítica para além da cientificidade

Maio 08, 2018 - 16:19
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Em março de 2018 o então ministro da saúde, Ricardo Barros, anunciou um decreto que incluía 10 novas práticas integrativas e complementares (PIC) ao rol das 19 já utilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS). Apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozonioterapia e terapia de florais passaram a compor a lista junto com ayurveda, homeopatia, medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica, plantas medicinais/fitoterapia, arteterapia, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa, termalismo social/crenoterapia e yoga[1]. O argumento defendido pelo ministro é que essas práticas são importantes na prevenção e promoção à saúde, ou seja, que se pode economizar verbas públicas ao evitar que as pessoas fiquem doentes.

 

Bacurau e a metáfora da resistência popular

Setembro 24, 2019 - 10:22
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Nesse sentido, o filme Bacurau (direção de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dorneles) é fundamental politicamente nesse momento, além de ser uma obra-prima da sétima arte. O filme se constrói justamente na contramão dessa perspectiva imediatista e mostra o quanto a questão do tal “pacifismo político” do povo brasileiro é uma falácia.

Rio de Janeiro-RJ: Greve Internacional de Mulheres - #8M

Março 08, 2017 - 23:58
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“Menina, adolescente, mulher. Isso, mulher, é o que sou. Mas mulher no sentido literal da coisa. Sinto vontade de gritar isso aos quatro ventos quando me vejo encurralada por vários prédios no centro da cidade. Será que eles não percebem? Eu me vejo agora trilhando um caminho de conquista. Mas eles não sabem do que passou. E me julgam por bater no peito e gritar que sou mulher e tenho orgulho. Quando minha mãe descobriu meu sexo, lá na barriga ainda, ela jogou o peso de milhares de fatores nas minhas costas. Tenho que admitir que ser mulher às vezes nos leva a várias situações ruins. A gente para e pense. "E se eu fosse homem...", "E se eu fosse mais forte...". Mas calma aí, eu já sou forte o bastante para lutar. Perceba. Olha em volta. Eu sou uma mulher. Não uma submissa, uma servente. Sou livre. Eu tenho voz. E se eles não me ouviram ainda, bem, eu vou gritar. Muitas mulheres em outrora foram silenciadas, e eu não posso me esquecer. Por isso grito. Me liberto. Quebro e questiono as regras. Quem disse que preciso usar saia?”

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