Em novembro de 2005, Leo e André escreveram artigos criticando a suspensão da lei do passe livre de Florianópolis. Denunciaram o fato de a decisão ter sido meramente política e pelos desembargadores terem utilizado argumentos falsos para embasar a decisão. De sobra, Leo ainda respondia outro processo aberto pelos promotores Gilberto Callado e Vanessa Cavalazzi, responsáveis pela Ação Direta de Inconstitucionalidade que acabou por suspender a lei do passe livre.

O TJ ofereceu para Leo Vinicius a prestação de 120 horas em serviços comunitários em troca da não abertura dos dois processos. Embora acredite que não tenha havido crime e que "a crítica às instituições é o princípio da democracia", e que "a sociedade precisa ter controle sobre estas instituições", Leo aceitou. Já André recusou a proposta (90 horas de serviços a uma entidade cadastrada ao TJ) e terá de responder o processo.