O Governo Federal, conforme notícia da ?Folha? de hoje, (veja abaixo) está usando o dinheiro de nossos impostos para uma campanha publicitária milionária na mídia em defesa uma prática hedionda e que evoca o nazismo: a vivissecção (experimentos em animais). A iniciativa já recebeu 1 milhão de reais e muito mais dinheiro $$$ pode sair para beneficiar a lucrativa indústria farmacêutica e de cosméticos, as que mais lucram com as crueldades praticadas com a vivissecção. A vivissecção serve apenas para enriquecer grupos capitalistas, sem se importar com o sofrimento dos animais. A vivissecção também atrasa o progresso da ciência, e o pior de tudo: as verdadeiras cobaias, após os testes em animais seremos nós mesmos, os humanos. De acordo com o Dr. Albert Sabin, pesquisas em animais prejudicaram o desenvolvimento da vacina contra o polio.
A vivissecção é uma fraude científica, e os cientistas que usam esta prática medieval e nazista, na falta de argumentos científicos para defendê-la querem manipular a opinião pública através de campanhas publicitárias na mídia. Pesquisadores que usam animais em testes são charlatões à serviço da indústria farmacêutica. A maior parte da população fica doente, não por falta de remédios novos, mas devido à falta de boa alimentação, saneamento básico e boas condições de vida.
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Se você não concorda com esta campanha publicitária (anticonstitucional e ilegal) usando indevidamente o dinheiro de nossos impostos para esta campanha em prol da vivissecção do governo federal, ajude a protestar.
Para reforçar seus argumentos vejam estes sites:
-  http://www.1rnet.org/
-  http://www.fbav.org.br/ (Frente Brasileira para a Abolição da Vivissecção)
-  http://www.apasfa.org/futuro/50_consequ.shtml ( 50 Conseqüências Fatais de Experimentos com Animais)
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AÇÃO URGENTE:
Por favor, enviem mensagens de protesto para:

- Folha de S. Paulo:  leitor@uol.com.br leitorARROBAuol.com.br
- Ouvidoria do Ministério da Ciência e Tecnologia:  ouvidoria@mct.gov.brb ouvidoriaARROBAmct.gov.br
- enviem uma cópia preenchendo um formulário no site do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) em  http://www.cnpq.br/ouvidoria/formulario.htm
- Palácio do Planalto (governo federal): preenchendo um formulário em  https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php
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Governo e cientistas lançarão campanha pelo uso de cobaias
RICARDO MIOTO
DE SÃO PAULO

Na briga contra organizações de direitos dos animais que querem acabar com pesquisas envolvendo cobaias, cientistas e governo criaram uma campanha publicitária tentando convencer a opinião pública da importância desses estudos.
A partir da próxima quarta-feira, serão feitas inserções na televisão, no rádio e em jornais e revistas.
Os anúncios têm dois motes. Um é que "quase todos os medicamentos e vacinas são resultado de pesquisas com animais de laboratório", salvando muitas vidas. O outro é que, depois da Lei Arouca, aprovada em 2008 para regular o uso de cobaias, nenhum animal deixa de ser tratado com "ética e dignidade".
A iniciativa já recebeu R$ 1 milhão, diz Marcelo Morales, biólogo da UFRJ e um dos responsáveis pela campanha. O dinheiro vem do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e do Ministério da Ciência e Tecnologia. E o valor pode aumentar.
Segundo ele, por mais que agora existam regras para a pesquisa, os grupos de direitos animais continuarão a ser contra. A ideia, então, é convencer a população, que hoje "não tem noção" da importância das cobaias. "Acham que o cientista está lá para matar ratinho", afirma.
"Muitos não sabem que, sem os animais, medicamentos contra diabetes e o coquetel anti-Aids, por exemplo, não seriam possíveis."
As organizações envolvidas, como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e a Academia Brasileira de Ciências, desejam evitar que episódios como o de 2008 se repitam.
Na época, um laboratório da USP foi destruído por vândalos que se disseram membros da organização Frente de Libertação Animal.

FOLHA.com
Ouça a peça publicitária que será vinculada nas rádios do país
folha.com.br/ci752176
fonte:
 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1706201002.htm