Na esperança de voltar a comprar petróleo a preço de banana, os EUA intervieram na Venezuela e ajudaram a elite privilegiado do referido país derrubar o Hugo Chávez. A alegria do golpe durou pouco. A população abortou o golpe, levando Hugo Chávez de volta ao governo nos seus braços.

Em razão da resistência popular dos Venezuelanos, os EUA desistiram do petróleo da Venezuela e planejaram pilhar o Afeganistão e o Iraque. Lá também eles deram co'os burros n'água. Não tendo outra opção energética, os EUA começaram a investir na extração e produção de gás de xisto, o que os tornou independente dos combustíveis estrangeiros. Nesse meio tempo, entretanto, os EUA tentaram se apoderar do petróleo líbio, igualmente não obtendo êxito.

Acontece, porém, que o barril de petróleo baixou consideravelmente de preço e essa queda busca do preço do petróleo começou a prejudicar as empresa extratoras e produtoras de gás de xisto, já que ficou muito mais barato consumir petróleo do que gás de xisto.

Com o baixo preço do petróleo e com a ameaça de aumento da oferta do referido combustível em decorrência do início da exploração do pré-sal, os EUA planejaram quebrar as pernas da Petrobrás, se conluiando com os traidores desse país. Para desmoralizar a Petrobrás e tirá-la da concorrência, a fim de que a extração e produção de gás de xisto não quebrasse de vez, orquestrou-se a Operação Lava-Jato.

Ocorre, entretanto, que o preço do petróleo baixou ainda mais, prejudicando não só as empresas extratoras e produtoras de gás de xisto dos EUA, mas as Petroleiras Gigantes internacionais, como a Exxon Mobil, a Shell e até Países Escandinavos cuja principal atividade econômica é a exportação de Petróleo.

Assim, com a ajuda da imprensa murdochiana e do Sérgio Moro, ficou fácil jogarem a culpa da bancarrota da Petrobrás na corrupção, em vez de jogá-la na traição dos nossos vende-pátrias e no baixo preço do petróleo.

Se a Petrobrás resistir só mais um pouquinho à Operação de desmonte Lava-Jato, a extração e produção de gás de xisto será inviabilizada e o preço do petróleo voltará a subir no mercado internacional e a Petrobrás, tal qual o Fênix, ressurgirá das suas próprias cinzas, para desespero da imprensa oficial e do Sérgio Moro.

Se as dificuldades da Petrobrás fossem originadas apenas dos desvios, há muito tempo ela teria falido, pois desde 1997 que a propina foi oficializada, sendo que o maior volume de desvios foi feito no passado, e não agora. Bem antes disso, os Militares Golpistas tinham uma comissão volumosa por cada contrato celebrado pela Petrobrás. O interessante é que quanto mais a operação Lava-Jato se aprofunda e diz moralizar a Petrobrás, mais a Petrobrás afunda.