Antes o Eduardo Cunha era contra o impeachment da Dilma Rousseff, em razão da legitimidade de sua eleição, porque o arrependimento de parte do eleitorado faz parte do processo político e porque o impeachment agravaria o problema em vez de solucioná-lo:

"Efetivamente, da nossa parte, não tem guarida para poder dar seguimento até porque entendemos que esta não é a solução. Entendemos que temos um governo que foi legitimamente eleito e que, se aqueles que votaram neste governo se arrependeram de terem votado, isso faz parte do processo político. E não é dessa forma que vai resolver.

Temos que debater, sim, o que aconteceu nas ruas ontem, temos que buscar formas que ajudem o governo a se encontrar com aquilo que a sociedade deseja ver. Mas não a partir de situações que cheiram e beiram o ilegal e o inconstitucional."

O que aconteceu com esse Senhor, que o fez adotar uma postura diametralmente oposta à que adotava anteriormente?

Jesus Cristo disse ao mundo:

"Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não. O que passa disso é obra do Maligno."

É que o Eduardo Cunha acha que vai conseguir despistar a sociedade com a espetacularização golpista midiática e sair impune das suas maracutaias nos Bancos Suiços e das suas mentiras indecorosas na CPI da Petrobrax.