Niterói-RJ: 2º Ato pelo Passe Livre

Niterói-RJ: 2º Ato pelo Passe Livre

Janeiro 21, 2015 - 00:00
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Nesta quarta-feira dia 21/01 ocorreu o primeiro Ato pela Tarifa Zero convocado pelo Movimento Passe Livre de Niterói (MPL-Niteroi). A concentração marcada para as 17h no terminal rodoviário urbano reuniu ativistas e militantes que convidavam a população que ali passava a tomar parte na manifestação.

Questionando o recente aumento das tarifas do transporte coletivo, o ato caminhou pelas movimentadas ruas da cidade. Durante o trajeto a manifestação chamava outras pessoas a se juntarem ao protesto em defesa do transporte público, gratuito e de qualidade. A simpatia pelo ato se demonstrava nos acenos que xs comerciantes faziam axs ativistas.

O valor da tarifa de ônibus em Niterói, assim como na maior parte das grandes cidades brasileiras, sofreu um acréscimo de 10% no início desse ano, passando de R$ 3,00 para R$ 3,30. Desde antes do anúncio do aumento alguns coletivos políticos e ativistas independentes se articulavam para barrar a medida prevista.

A partir do encontro que ocorreu na Universidade Federal Fluminense (UFF) no dia 15/01, decidiu-se dar início aos atos de rua que colocam em questão a política de mobilidade urbana aplicada pela prefeitura e pelo governo do Estado do Rio de Janeiro.

Além de denunciar o aumento da tarifa de ônibus, o ato também alertava para as condições e preços das barcas, das quais dependem boa parte da população de Niterói.

Seguindo pelo centro da cidade em direção à Prefeitura, xs manifestantes encontraram a polícia militar os aguardando em frente ao prédio público. Ali, encerrando a manifestação, alguns manifestantes falaram em megafones diretamente ao prefeito, anunciando que outros atos estão por vir, até que se repense a política de transporte coletivo.

Apesar da não-ocorrência de nenhum ato considerado violento, um policial se aproximou de dois ativistas para revistá-los. Sem nada encontrar, ele se retirou sob as palavras de ordem dxs manifestante que pediam o fim da polícia militar e questionava sobre o desaparecimento do pedreiro Amarildo.

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