Rio de Janeiro-RJ: Ato nacional pela TARIFA ZERO! | Acción nacional por TASA CERO! | National act for FREE BUS FEE!

Rio de Janeiro-RJ: Ato nacional pela TARIFA ZERO! | Acción nacional por TASA CERO! | National act for FREE BUS FEE!

Junho 17, 2014 - 00:00
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Nesta terça-feira, dia 17/06, acompanhamos mais uma manifestação na cidade do Rio de Janeiro durante jogo da seleção brasileira, convocada pelo Movimento Passe Livre.

Este martes, 17/06, seguimos otra protesta más en la ciudad de Río de Janeiro durante el partido de la selección brasileña, convocada por el "Movimiento Abono Libre".

This tuesday, June 17th, we stood by another demonstration at the city of Rio de Janeiro during the brazilian team game, called by Free Pass Movement (Movimento Passe Livre).

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Nesta terça-feira, dia 17/06, acompanhamos mais uma manifestação na cidade do Rio de Janeiro durante jogo da seleção brasileira, convocada pelo Movimento Passe Livre.

Um grupo de ativistas e mídia livristas se reuniram na Candelária, centro da cidade. O número de manifestantes não passou de 100 pessoas devido a uma confusão em relação ao local do ato. Alguns acreditavam que a concentração seria em Copacabana e seguiram para lá, enquanto outras pessoas desistiram de ir ao ato por falta de informações corretas sobre os locais.

No centro, o número de policias ocupando as avenidas, no entorno da Avenida Presidente Vargas e Rio Branco, era incontável, de forma completamente atípica e desproporcional. Pelo menos 30 carros de polícia estavam presentes, além de alguns caminhões, motos e ônibus com policiais da Tropa de Choque.

Por volta ainda das 17h, horário da concentração, quando o número de manifestantes ainda era bem menor, não passando de 20, a polícia iniciou uma onda de revistas bastante intimidadora, revistando, inclusive, vários jornalistas. Mesmo com o pequeno número de manifestantes e a quantidade desproporcional de policiais, os ativistas não se intimidaram e aguardaram a chegada de outros que estavam a caminho do ato.

A polícia continuou a fazer revistas em todos os que chegavam. Artistas, que faziam uma perfomance usando fantasias e latas de tinta, tiveram os materiais artísticos apreendidos pelos policiais e foram levados para a delegacia. Segundo a PM, os materiais eram "perigosos".

Devido a tamanha intimidação, os manifestantes decidiram seguir para Copacabana com o objetivo de ir ao encontro de outro grupo de manifestantes que estavam no Copacabana Palace. Quando a movimentação começou, a polícia reiniciou a onda de revistas, causando confusão e impendindo que xs advogadxs presentes acompanhassem as ações.

Xs manifestantes decidiram ir para Copacabana de ônibus, mas o cerco policial não permitiu que chegassem até o ponto de ônibus. Decidiram seguir para a Avenida Rio Branco, para outro ponto de ônibus, no entanto, mais uma vez a polícia impediu que os manifestantes conseguissem sair do centro da cidade, dificultando o acesso dos ônibus ao ponto que localizavam e/ou fazendo onda de revistas repetidas enquanto estavam parados nos pontos.

Xs manifestantes foram passando de ponto em ponto até chegarem a praça da Cinelândia, onde finalmente conseguiram parar um ônibus para se locomoverem. Enquanto os manifestantes estavam entrando no ônibus, pagando suas passagens, o comandante da operação, Bruno, "ordenou" que o motorista abrisse a porta de trás do ônibus, sem nenhum motivo, e depois saiu de perto. As pessoas que não presenciaram a "ordem" entenderam que o motorista havia liberado a entrada, também em sinal de protesto. Vale lembrar, que xs rodoviárixs fizeram recentemente de uma série de paralizações e a liberação da catraca foi cogitada inúmeras vezes.

Quando xs manifestantes começaram a entrar pela parte da trás do ônibus, o comandante Bruno retornou com outros policiais, acusando os manifestantes de estarem tentando embarcar sem pagar a passagem. Aproximadamente 8 policias entraram pela parte de trás do ônibus e fecharam a porta impedindo que qualquer pessoa descesse, o que provocou tumulto e confusão.

Somente depois que uma passageira passou mal devido ao nervosismo, que a polícia foi obrigada a abrir a porta, sair e deixar as pessoas saírem também. Outras pessoas saíram pela porta da frente, pulando a roleta no sentido contrário.

Uma manifestante, que havia pagado a passagem, quis então, retornar ao ônibus, sendo impedida pela polícia com violência e levada detida. Outrxs manifestantes protestaram contra a prisão e violência arbitrárias e também foram detidos com bastante violência. Um cinegrafista foi algemado por querer filmar no momento em que estava sendo detido, por ter tentado defender a manifestante, e teve a sua câmera retirada por um policial.

A truculência acabou quando um outro comandante chegou. Em vários momentos o comandante Bruno disse estar cumprindo a “Lei e a Ordem”, apesar das inúmeras irregularidades, como a detenção sem mandato ou flagrante, o impedimento à livre manifestação, o uso desnecessário da violência, a detenção de manifestantes mulheres por policiais homens, apesar do grande número de PMs mulheres presentes, entre outras.

Um soldado chegou a declarar que só estava cumprindo ordens, mas que não concordava com o modo como a operação estava sendo realizada. No total foram 15 manifestantes detidos e levados para delegacias espalhadas pela cidade, com o intuito de dificultar o trabalho dxs advogadxs. Todos foram liberados algumas horas depois.

Acción nacional por TASA CERO! #NoHabráTasa

Este martes, 17/06, seguimos otra protesta más en la ciudad de Río de Janeiro durante el partido de la selección brasileña, convocada por el "Movimiento Abono Libre".
Un grupo de activistas y medios de comunicación se reunieron en plaza Candelaria, en el centro. El número de manifestantes no fue más de 100 personas debido a una confusión con respecto a la ubicación del acto. Algunos creían que la concentración sería en Copacabana y si dirigieron allí, mientras que otros han dejado de ir a la acción por falta de información correcta sobre los lugares de las manifestaciones.

En el centro, el número de policías que ocupaba las calles, en las inmediaciones de la Avenida Presidente Vargas y Río Branco, era incontable, totalmente atípica y desproporcionada. Por lo menos 30 coches de policía estaban presentes, algunos camiones, motocicletas y autobuses con policías
antimotines.

Todavía alrededor de las 17h, horario de la concentración, cuando el número de manifestantes era todavía muy pequeño, no más de 20, la policía inició una ola de revistas bastante intimidante, incluyendo a varios periodistas.

Aún con el pequeño número de manifestantes y la cantidad desproporcionada de la policía, los activistas no se dejaron intimidar y esperaron la llegada de otros que estaban de camino al protesto.

La policía continuó registrando todos los que iban llegando. Artistas que hicieron una presentación usando trajes y latas de pintura, tuvieron sus materiales de arte incautados por la policía y llevados a la comisaría. Según la PM (Policía Militar), los materiales eran "peligrosos".

Debido a los dichos actos de intimidación, los manifestantes decidieron ir a Copacabana, con el fin de encontrarse con otro grupo de manifestantes que se encontraban en el "Copacabana Palace". Cuando comenzó el movimiento, la policía empezó de nuevo la ola de registros, causando confusión e impendiendo que lxs abogadxs presentes acompañasen las acciones.

Lxs manifestantes decidieron ir a Copacabana en bus, pero la policía no permitió que llegaran a la parada de autobús. Decidieran ir a la avenida Rio Branco, otra parada de autobús, sin embargo, una vez más, la policía impidió a los manifestantes lograr salir del centro de la ciudad, dificultando el acceso de los autobuses al punto donde se encontraban localizados y/o haciendo repetidos registros mientras esperaban en las paradas de buses.

Lxs manifestantes fueron indo de un punto de autobús a otro hasta llegar a la plaza Cinelândia, donde finalmente lograron parar un autobús para moverse. Mientras los manifestantes estaban entrando en el autobús, pagando sus tickets, el comandante de la operación, Bruno, "ordenó" al conductor de abrir la puerta trasera del autobús, sin ningún motivo, y luego se alejó.

Las personas que no se enteraron del "orden" entendieron que el conductor había liberado la entrada, también en señal de protesta. Merece la pena recordar que lxs conductores de transportes recientemente hicieron una serie de paros y liberar las entradas estuvo en consideración en innumerables ocasiones.

Cuando lxs manifestantes comenzaron a entrar en la parte trasera del autobús, el comandante Bruno volvió con otros oficiales, acusando a los manifestantes de entrar sin pagar. Cerca de 8 policías entraron por la puerta trasera del autobús y cerraron la puerta impidiendo la salida de cualquiera, lo que causó un gran revuelto y confusión.

Sólo después de que un pasajero se sintió mal debido al nerviosismo, la policía se vio obligada a abrir la puerta, salir y dejar que la gente se fuera también. Otras personas salieron por la puerta principal, saltando la ruleta en sentido contrario.

Una manifestante, que había pagado el billete, ha querido volver al autobús, siendo violentamente impedida por la policía y llevada detenida. Otrxs manifestantes protestaron contra el arresto y la violencia arbitraria y fueron también detenidos con bastante violencia. Un director de cine fue esposado por querer filmar en el momento que estaba siendo detenido, después de intentar defender un manifestante, y tuvo su camera retirada por un policía.

La truculencia terminó cuando llegó otro comandante. En varias ocasiones el comandante Bruno dijo que estaba cumpliendo con la "Ley y Orden", a pesar de numerosas irregularidades, como la detención sin orden judicial o flagrantes, el impedimento a la libre manifestación, el uso innecesario de la violencia, la detención de mujeres manifestantes por hombres de la policía a pesar del gran número de mujeres PMs (Policias Militares) presentes, entre otras.

Un soldado llegó a decir que sólo estaba siguiendo órdenes, pero que no estaba de acuerdo con la forma en que se estaba realizando la operación. En total 15 manifestantes fueron detenidos y llevados a comisarías esparcidas por toda la ciudad, con la intención de dificultar la labor de lxs abogadxs. Todxs fueron liberados unas horas más tarde.

National act for FREE BUS FEE! #TherewontbeBUSFEE

This tuesday, June 17th, we stood by another demonstration at the city of Rio de Janeiro during the brazilian team game, called by Free Pass Movement (Movimento Passe Livre).

A group of media activists got together at Candelária, city downtown. The number of protesters was not more than 100 because of a confusion related to where the march was going to start. Some believed that the concentration was in Copacabana and went there, while others gave up for not having the right information about a meeting place.

Downtown, the number of police occupying the streets around Avenida Presidente Vargas and Rio Branco, was beyond counting, completely atypical and disproportional. At least 30 police cars were there, besides a few trucks, motorbikes and buses with Choque Troup police.

Around 5 o' clock, the time arranged for concentration, when the number of activists were even smaller, not being 20, the police started a very intimidating turn of roundups, that included many jornalists. Even with the small number of protesters and the dispropostional quantity of policemen, activists were not intimidated and waited for the others that were coming in the direction of the act.

Police continued to make roundups in every person that arrived. Artists, that were doing a performance using customs and spray cans, had their materials apprehended by police and were taken to the police station. According to the police the material was "dangerous".

Because of such intimidation, protesters decided to follow to Copacabana with the objective of meeting another group of protesters that were at the Copacabana Palace. When the movement started again, police reinitiated the roundups, causing confusion and obstructing that the lawyers that were there backed the actions.

Protesters decided to go to Copacabana by bus, but the policial enclosure did not allow that people got to the bus stop. They decided then to follow to Avenida Rio Branco, to another bus stop, but once more police stopped the protesters of coming out of the city center, making it difficult to access the buses, either by blocking the bus stops and/or making continuous roundups while people stopped at the bus stop.

Protesters were jumping from stop to stop until reaching Cinelândia square, where finally they could stop a bus and move on. But while the protesters were coming inside the bus, paying for its fares, the officer in charge of the operation, Bruno, "ordered" that the bus driver opened its back door, without any reason, and then left. People that did not see the "order" understood that the driver liberated the entrance, also in a sign of protest. It is worth mentioning that the bus drivers had recently made a series of paralizations and the freeing of the catraca was contemplated many times.

When protesters started to come in by the back door of the bus, commandant Bruno came back with another policemen, accusing the protesters of trying to come in without paying for the ticket. Approximately 8 policemen got inside the bus by the back door and closed it, stopping everyone to come out and causing tumult and confusion.

Just after a bus passanger started to feel sick by nervousness, police was obliged to open the door, came out and let people to come out too. Other people used the front door, jumping the catraca in the reverse direction.

A protester, that had payed for her ticket, wanted to get back to the bus, being stopped by the police in a violent manner and taken to the police station. Other protesters complained about the imprisonment and arbitrary violence and were also detained with a lot of violence. A cinematographer was handcuffed, for wanting to film the moment they were being detained for having tried to deffend the protester and had its camera taken by a policeman.

The truculence stopped when another commandant arrived. At different times the commandant Bruno said he was following "Law and order", besides the many irregularities, such as the detention without mandate or flagrant, the obstructing of a free demonstration, the unecessary use of violence, the detention of women protersters by men, besides the high number of women present, among others.

A male soldier declared that he was just following orders, but that did not agree with the way the operation was being conducted. A total of 15 protesters were dettained and taken to police stations spread around the city, done so with the intention of making it more difficult the lawyers' work. All of them were released a few hours later.

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