Adeus ao homem (?)

Adeus ao homem (?)

Abril 16, 2019 - 15:09
Publicado em:
0 comments

Evidente que para eliminar uma série de valores eu poderia usar a palavra humanidade, ao invés de homem, mas essa troca faria perder o sentido do meu texto. Pois, o homem é uma invenção.

Longe de tentar fechar discussões e encerrar assuntos, neste texto procuro exteriorizar preocupações e reflexões, buscando pensar o momento que estamos vivendo. Acredito que o sentimento de falta é algo que todos e todas nós sentimos. O sentimento de "algo de novo está acontecendo" toca na gente, por mais que abafados por afirmações de que estamos num momento cíclico, que é a repetição como tragédia de momentos passados, a sensação do "o que é isso?" permanece fortemente. Algo que é assustador? Sim, mas que acredito poder servir como impulso para nos posicionar frente nosso tempo histórico, pelo nosso tempo histórico. Acredito que podemos também usar esse momento para pensarmos nós sobre ele (o que não significa apagar tudo o que foi feito antes, até porque o apagamento histórico é algo marcadamente europeu e nós, sendo latinos e latinas, não podemos importar justamente o que há de pior no colonizador).   

Desta forma, busco estruturar nesse texto tentativas de interpretações da conjuntura atual. Por conjuntura, entendo o crescimento de uma direita populista e nacionalista mundial. Uma direita que nega o neoliberalismo e critica de forma contundente os grandes conglomerados empresariais que espalham seus tentáculos pelo globo. Uma direita que vêm tomando o espaço de antisistémica, que por muito tempo foi ocupado por movimentos de esquerda (sejam eles autônomos ou partidários), atraído as parcelas mais pobres, e até as classes médias, em seus discursos contra a hegemonia política vigente. Me refiro aos movimentos que têm crescido na Europa e influenciado o resto do mundo com seus discursos antiglobalizantes, anticientíficos e conservador-cristão (como está acontecendo no Brasil). Portanto, busco discutir neste texto a forma como as características anticientíficas e conservadora se entrelaçam e constituem um padrão (mesmo com suas especificidades regionais, culturais, políticas e econômicas), sendo esta a base de minha argumentação e foco de minha provocativa.

Após a humanidade, o que fica? Ou, o que vem?

Com um título curto e um tanto provocativo apresento este texto: Adeus homem (?). O proposital ponto de interrogação entre parênteses coloco para possibilitar múltiplas interpretações pois, assim nosso tempo histórico demanda. Não posso afirmar qual das possíveis interpretações quem lê este texto toma, mas estou convencido que a dúvida esteve presente. A palavra "adeus" seguida de "homem" (sem considerar a interrogação), nos leva, pelo menos a princípio, a considerar uma despedida de alguém do sexo masculino, mas também pode nos fazer refletir que na realidade o termo homem seja uma referência a totalidade, a humanidade, como é comumente encontrado na literatura e dito em nosso cotidiano. Entorno dessa problemática que inicio esse texto. A dúvida de como interpretar a palavra homem neste contexto. A simples existência deste dilema pode indicar que ao fim a palavra homem não seja algo neutro, despida de variadas influências, mas sim algo que possui um significado mais fundamental, permeado de valores, relações de poder e acontecimentos. Portanto, por mais que ainda não tenha discutido o assunto de forma apropriada, concordo com a hipótese de que homem, na realidade, é um conceito e, como todo conceito, possui localidade e tempo histórico. Evidente que para eliminar uma série de valores eu poderia usar a palavra humanidade, ao invés de homem, mas essa troca faria perder o sentido do meu texto. Pois, o homem é uma invenção.

Para Foucault:

"Estranhamente, o homem — cujo conhecimento passa, a olhos ingênuos, como a mais velha busca desde Sócrates — não é, sem dúvida, nada mais que uma certa brecha na ordem das coisas, uma configuração, em todo o caso, desenhada pela disposição nova que ele assumiu recentemente no saber. Daí nasceram todas as quimeras dos novos humanismos, todas as facilidades de uma “antropologia", entendida como reflexão geral, meio positiva, meio filosófica, sobre o homem. Contudo, é um reconforto e um profundo apaziguamento pensar que o homem não passa de uma invenção recente, uma figura que não tem dois séculos, uma simples dobra de nosso saber, e que desaparecerá desde que este houver encontrado uma forma nova." (FOUCAULT, 2000, p. 14)

Como podemos notar, para o filósofo, homem, diferente do ser humano, não existiu desde sempre, ele foi criado. O que significa dizer isso? Quais as implicações e como isso se conecta com o que foi dito na introdução desse texto? É o que discutirei daqui para a frente. Este aspecto da humanidade, o homem, teria surgido, de acordo com Foucault, entre o final do século XVIII e início do século XIX. Seria, portanto, um marco, uma condição limítrofe entre a Era Clássica (séculos XVI, XVII e XVIII) e a Modernidade. Não é por acaso que este construto surge nesse período, época de profundas mudanças no saber, na cultura, no sistema político e econômico. Não é por acaso que a construção deste conceito ocorre paralelamente a própria consolidação do Capital e da Ciência Moderna. 

Por ciência Moderna entende-se aquela onde os objetos têm profundidade específica, não mais concebidos apenas por ordenações, classificações, diferenças e identidades. Áreas como história natural deixam de ser puramente taxológica e torna-se Biologia, ou surgem da anterior Filosofia da Natureza, campos como a Física.  No entanto, tal mudança não se daria apenas por critérios de cientificidade e método, mas de representações que constituem a vida e o trabalho (MACHADO, 2012). Ficam de lado situações ideias de análise de riqueza e emergem cálculos de custo de produção; objetos cognoscíveis, como o Capital, que trazem consigo novos conceitos e metodologias. Desta forma, o ser humano, até então algo indistinguível de natureza, torna-se homem, passar a ser objeto do saber:

"Essa dependência necessária do homem em relação aos objetos empíricos significa que, por meio deles, ele se descobre como um ser finito. A finitude do homem se anuncia — e de maneira imperiosa — na positividade do saber; sabe-se que o homem é finito como se conhece a anatomia do cérebro, o mecanismo dos custos de produção, ou o sistema da conjugação indo-europeia. Assim, antes do final do século XVIII, antes do aparecimento da vida, do trabalho e da linguagem no campo do saber, o homem não existia" (MACHADO, 2012, p. 86).

Logo, o homem aparece com característica dual, ao mesmo tempo que é objeto de estudo, é sujeito de conhecimento. Esse entrelaçamento entre sujeito e conhecimento interno ao homem constitui uma relação de dominação e de luta que elimina a possibilidade de neutralidade, o que gera uma associação entre saber e estruturas políticas que, por sua vez, devem ser consideradas enquanto imanentes do sujeito (PORTOCARRERO, 1994). Entretanto, para atribuir maior materialidade a discussão é importante analisar quais sujeitos compõe essa ideia - o homem - e, principalmente, quais não e porquê.

Para que fosse possível a implementação desses novos projetos que surgiram neste período - o Estado burguês, a racionalização científica e o homem - foi necessária uma violenta formatação e disciplinamento do corpo social. A população que anteriormente vivia nas chamadas terra comunais[1], possuindo a liberdade de exercer suas espiritualidades, hábitos e cultura, é imposta a um processo de apagamento histórico e remodelação, “a homogeneização do comportamento social e a construção de um indivíduo prototípico ao que se esperava que todos se ajustassem. [...] Um indivíduo abstrato [o homem], construído de maneira uniforme, como uma média social, e sujeito a uma descaracterização radical, de tal modo que todas as suas faculdades apenas podem ser apreendidas a partir de seus aspectos mais normalizados. ” (FEDERECI, 2017, p. 266). Estre processo de construção imposta deste novo sujeito abstrato possibilitou também a concepção e criação da principal inovação tecnológico deste período de transição ao capital, o desenvolvimento da máquina humana, sendo esta possível de ser considerada a primeira máquina desenvolvida pelo capitalismo (FEDERECI, 2017). Construída esta nova máquina, foi necessário coloca-la para trabalhar, mas qual combustível utilizar para seu funcionamento? A resposta para este questionamento foi debatida e exposta por um proeminente movimento intelectual, o Iluminismo:

O desenvolvimento de uma teoria do autocontrole, a partir da mecanização do corpo, é o centro das atenções da filosofia de Descartes, quem - recordemos - não completou sua formação intelectual na França do absolutismo monárquico, mas sim na Holanda burguesa, que elegeu como morada na medida em que combinava mais com seu espírito. As doutrinas de Descartes possuem um duplo objetivo: negar que o comportamento humano possa ver-se influenciado por fatores externos e liberar a alma de qualquer condicionamento corporal, fazendo-a assim capaz de exercer uma soberania ilimitada sobre o corpo. ” (Ibid., 2017, p. 268).

Assim, elaborada a teoria cartesiana do autocontrole e exposta sua dinâmica, aqueles sujeitos que antes viviam da terra, viviam de seu trabalho, dão lugar a um novo modelo de pessoa, um indivíduo arrancado de sua cultura, sua localidade, um indivíduo cuja sua trajetória foi apagada, substituído por um novo modelo de pessoa cuja mecanização do corpo ceifou suas especificidades, desejos e emoções, desenvolvendo sua completa alienação e, desta forma, parindo a máquina humana ou, em outras palavras, o indivíduo moderno. Repare que na frase anterior escrevo “indivíduo moderno” (ao invés de homem) justamente para reforçar a ideia deste novo ser: um sujeito individual, separado, apagado de sua história, cultura, emoções e subjetividades. O homem moderno não era nem poderia ser qualquer um pois, a representação deste novo sujeito, como um ser racional, era atribuída apenas para uma pequena elite da sociedade, composta de homens cis adultos, brancos e ricos. A grande maioria da população era relegada a mecanização e animalização, como é comum vermos em pinturas e escritos da época, onde encontramos a comparação de pessoas pobres a máquinas, de indígenas e negros a bestas sem alma, de mulheres pobres a seres vulgares e demoníacos. “Isso significa que, enquanto o proletariado se converteu em corpo e, o corpo se converteu em proletariado e, em particular, em sinônimo de fraqueza e irracionalidade” (FEDERECI, 2017, p. 278).

Com a consolidação e aprofundamento do capitalismo (e da racionalização científica) no século XX e hoje, no século XXI, a dinâmica sociometabólica do capital adquiri novas faces. O termo homem enquanto generalização perde seu uso (mas não sua ideia), abrindo espaço para humanidade. Esta finge agregar sob suas asas as múltiplas performances do humano, independente de gênero, sexualidade, cor, etnia e classe. No entanto, essa pretensa pluralidade vive contemporaneamente a uma ontologia da desumanização[2], onde contraditoriamente, apesar do discurso agregador do humanismo atual, pessoas são mortas e possuem seus direitos negados devido estas características citadas. Novamente, a agora humanidade - mesmo com sua suposta abertura em critérios de raça, sexualidade e gênero - mantém como núcleo o sujeito individual, anistórico, cis e branco, como idealizado pelo Iluminismo.

Entretanto, vivemos em um período histórico que nem mesmo os pensadores e críticos do capitalismo conseguiram imaginar: a era da hiperacumulação, virtualização das relações e do capital financeiro. Em consonância com estes fatores, é possível perceber que uma remodelação da humanidade tenta entrar em cena.

 Já fazendo parte da cultura cinematográfica, literária e virtual (games), a identidade humano-máquina retorna, reinterpretada e com um novo nome: transumanismo. Uma “ideologia que surgiu em 1980 no Vale do Silício e promove a melhora física e intelectual dos seres humanos por meio das novas tecnologias e da inteligência artificial, com a perspectiva de uma fusão entre o humano e a máquina” (RIVIÈRE, 2009; apud RENOUARD e PERRAGIN, 2018), que possui como lideranças globais representantes da elite econômica e intelectual[3]. Sob o manto da melhoria da espécie humana, esconde-se um aprofundamento das desigualdades, visto que esta melhoria está condicionada à modificações biológicas com uso de alta tecnologia, praticamente monopolizadas por empresas privadas e, portanto, acessíveis somente a parcela rica da população. Pelas palavras de um dos ideólogos do movimento, Max More, “a base do transumanismo não é a religião, sim o humanismo, baseada nas ideias de razão e progresso do Iluminismo[4]. Vejo neste movimento uma segunda etapa, mais feroz e profunda, do processo de individualização do sujeito, onde o 1% rico adepto a este pensar idealiza uma vida cada vez mais longa para usufruir de sua hiperacumulação, enquanto a nós, os 99% pobre, cabe um prolongamento atrofiado de nosso tempo de vida, a fim de radicalizar a exploração de nossa mão de obra. Uma vida mais longa para trabalharmos ainda mais.

Retomo então o início deste texto para, enfim, chegarmos ao afluente destes dois cursos: o da direita neoliberal x o da nova direita. Apesar dos inúmeros textos que tenho lido sobre este movimento conservador de direita que cresce no mundo todo, pouco são os que tem me interessado. Infelizmente boa parte de nosso campo tem caído nas armadilhas de nossos algozes, insistente em suas análises arrogantes, simplistas e presas em seus castelos de marfim. Prova disso é a constante utilização de frases como “a história nos absolverá”, como se esta fosse uma deusa e nós, os bons servos, cairemos em suas graças no dia do juízo final. Como escrevi nas primeiras linhas, existe algo nebuloso e pouco falado acima de nós, algo que precisamos entender urgentemente se quisermos ter chance de se contrapor ao que se aproxima.

Ao analisar o que esta nova direita conservadora tem dito, mesmo com suas especificidades regionais, destaco aqui duas questões que são latentes e se mostram como um padrão: a denúncia de um suposto niilismo que permeia toda a sociedade contemporânea e a negação das ideias de razão, progresso e cientificidade construídas no iluminismo. Em outras palavras, a identificação dessa ideia de humanidade como o inimigo a ser derrotado. Cito abaixo as palavras do atual chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, em um artigo publicado em janeiro deste ano na revista conservadora The New Criterion:

“Meus detratores me chamaram de louco por acreditar em Deus e por acreditar que Deus age na história—mas eu não me importo. Deus está de volta, e a nação está de volta: uma nação com Deus; Deus através da nação. No Brasil (pelo menos), o nacionalismo tornou-se o veículo da fé, a fé tornou-se a catalisadora do nacionalismo, e ambos desencadearam uma estimulante onda de liberdade e de novas possibilidades. [...] Vivemos por muito tempo em um mundo nominalista, onde apenas aquelas palavras vazias existiam; vivemos por muito tempo frustrados pelo discurso globalista de esquerda. Agora podemos viver em um mundo onde os criminosos podem ser presos, onde pessoas de todos os estratos sociais podem ter as oportunidades que merecem e onde podemos nos orgulhar de nossos símbolos e praticar nossa fé. O sistema de controle psicológico está acabado, e isso não é nada menos que um milagre. ” (ARAÚJO, 2019)[5].

O reaparecimento de deus como ideia central da sociedade - contrapondo-se ao humanismo -, a denúncia do chamado globalismo, que de acordo com esta direita, tem sido o responsável pela destruição da nação, dos valores conservadores-cristão, da família. Tudo isso configura uma potente narrativa que vêm implodindo todos os pilares da sociedade moderna. Não é apenas o sistema político nos moldes que o conhecemos que está em disputa, mas a própria noção de humanidade, a própria noção de sociedade. Assim como havia um conjunto de valores e práticas que foram necessários serem remodelados, homogeneizados e apagados para a consolidação da Modernidade, podemos estar vivendo uma época como esta, onde as elites e aristocracias econômicas, políticas e intelectuais oriundas da construção de nossa sociedade observam sair debaixo de suas asas uma nova direita, antisistémica, antiglobalizante, antineoliberal. Uma direita que não busca a conciliação, sim a destruição do projeto humanista e a implantação do seu, ainda difuso e em disputa, mas que vem ganhando força nas camadas populares, fazendo emergir figuras que até então eram definidas como pertencentes as catacumbas da intelectualidade, política e setores financeiros. Estas figuras aparecem agora não como monstros, ignorantes ou bufões, mas como heróis, libertadores dos povos e construtores da nova ordem mundial.

Por fim, acho pertinente encerrar com a seguinte questão: qual nosso papel diante desse cenário aterrorizante? Nós que defendemos a liberdade e autodeterminação dos povos, nós que não fazemos parte das elites que comandam o mundo, nós que não nos encaixamos nessa ideia de humanidade do capital e muito menos nos valores defendidos pela nova direita conservadora. O que devemos fazer? Qual projeto de sociedade devemos construir? Como?

[1]“Pradarias, bosques, lagos, pastos — que proporcionavam recursos imprescindíveis para a economia camponesa (lenha para combustível, madeira para construção, tanques de peixes, terras de pastoreio) ao mesmo tempo que fomentavam a coesão e a cooperação comunitárias. Os espaços comunais eram tão importantes na economia política e nas lutas da população rural medieval que sua memória ainda aviva nossa imaginação, projetando a visão de um mundo em que os bens podem ser compartilhados e a solidariedade, em vez do autoengrandecimento, pode ser o fundamento das relações sociais. ” (FEDERECI, 2017, p. 50).
[2]Expressão utilizada pelo sociólogo Boaventura Sousa Santos. De acordo com o autor, ontologia da desumanização denota da junção de três estruturas da sociedade: Capitalismo, Colonialismo e Patriarcado. Para ele, estas estruturas têm feito com que o capital, além de se desdobrar em modos de produção, se torna um modo de vida, provocando o esvaziamento dos valores coletivos, individualização e flexibilização de direitos.
[3]Em uma das abas do site do principal movimento transumanista, o Humanity +, há informações sobre as lideranças mundiais dessa organização. Fazendo uma análise rápida dessas pessoas, percebe-se os seguintes padrões: brancos, ricos, nascidos na Europa ou EUA, ligados a empresas da área de tecnologia, inteligência artificial, biomedicina, genética e setores financeiros. https://humanityplus.org/humanity-global-leadership/
[4]No link a seguir é possível encontrar mais informações sobre a filosofia e motivações que regem o movimento transumanista, além de conter um vídeo do Max More dando mais informações sobre a base epistemológica deste movimento. https://humanityplus.org/philosophy/
[5]Artigo disponível em: https://www.newcriterion.com/issues/2019/1/agora-falamos

 

Referências

FEDERECI, Silvia. Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Elefante, 2017, 464 p.

FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas. 8. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999, p. 6 - 16.

MACHADO, Roberto. Foucault, a ciência e o saber. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 80 - 94.

PORTOCARRERO, V., org. Filosofia, história e sociologia das ciências I: abordagens contemporâneas [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1994, p. 43 - 65.

RENOUARD, Guillaume; PERRAGIN, Charles. O mito do transumanismo. Disponível em: https://diplomatique.org.br/o-mito-do-transumanismo/

 
Rhavel é físico e mestrando em filosofia. É um dos fundadores e editores do Portal Autônomo de Ciências.

Comentar

Plain text

  • Nenhuma tag HTML permitida.
  • Endereços de sites e e-mails serão transformados em links automaticamente.
  • Quebras de linhas e parágrafos são gerados automaticamente.