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Nesta quinta-feira, 07 de abril, estudantes do Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho (IEPIC), ocuparam a escola em protesto contra a precarização do ensino e a falta de autonomia dos alunos e da comunidade no processo de gestão do ensino. Outros estudantes da rede estadual se uniram em apoio à ocupação. O IEPIC foi a décima segunda escola do estado a ser ocupada.
Nesta terça-feira, 29 de novembro, estudantes, professoras(es), mães e pais se reuniram em passeata contra o fechamento do CIEP 425 em Tenente Jardim, São Gonçalo.
No Sábado, dia 30 de abriu, ocorreu a segunda marcha antifascista do Rio de Janeiro que estava em sincronia com as diversas outras marchas em vários estados do país. A concentração aconteceu na ALERJ a partir das 18 horas. O ato saiu por volta de 19h30 sentido Lapa.
Neste dia 28 de março aconteceu a 1ª edição do Cine Quilombo na comunidade Tavares Bastos, Zona Sul do Rio. O Coletivo Projetação exibiu o filme "Quilombo" de Cacá Diegues, que foi seguido de debate sobre a condição atual do preto e morador da favela. Após o debate, bandas de Rap, como: Família 0 bala, Pro rap rua, Rap´ense, Conexão Internacional, Penso Ativo, levaram a arte e cultura combativa da favela.
O estudantes do Ciep 114 em São João de Meriti ocuparam o colégio há três semanas e vêm sofrendo com tentativas de desocupação lideradas pela direção da escola e Secretaria de Educação do Estado.
Em sequência as manifestações ocorridas no Complexo do Alemão nos dias 03 e 04 de abril, nesta quarta-feira (08 de abril), mais uma manifestação foi convocada, desta vez no Largo do Machado, zona sul do Rio de Janeiro, com a intenção de caminhar até o Palácio da Guanabara, casa do executivo do Estado.
A FAETEC já vem sendo precarizada tem alguns anos, porém em 2016 que a situação atingiu seu ápice. Terceirizados foram demitidos e trocados diversas vezes, professores trabalharam meses sem receber, verba para comida não existia.
Os estudantes secundaristas do Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho ( #ocupaIEPIC ), vêm sofrendo diversas acusações dos representantes do estado do Rio de Janeiro. A direção da escola acusou os alunos de agressão, depredação do colégio, de impedirem pessoas de saírem da escola, de estarem sendo manipulados por estudantes da UFF, entre outros. Uma nota de esclarecimento foi publicada pelos estudantes nas redes sociais em repúdio a tais acusações.
Nesta segunda-feira, 25 de abril, os estudantes do Colégio Estadual Pandiá Calógeras ocupam a escola após as aulas do turno da noite e marcam assembleia para o dia seguinte pela manhã. A direção da escola disse não se opor e entrega as chaves da escola. No entanto, diretores e um professor promovem a rivalidade entre alunos com o objetivo de causarem a desocupação, com isso a assembleia não pôde ocorrer, mas a ocupação permanece.
No dia 03 de agosto de 2017 as profissionais de educação da rede municipal de Duque de Caxias ocuparam a Câmara de vereadores dessa cidade contra a aprovação de um pacote de austeridade encaminhado pelo prefeito Washington Reis (PMDB). O “pacote de maldades do WR” foi formulado sem qualquer diálogo com os servidores e seria votado com urgência, seguindo a mesma linha de retirada de diretos adotada pelo governo do estado e por outras prefeituras do PMDB, como a de Belford Roxo, também localizada na Baixada Fluminense. A medida prevê a mudança de 11% para 14% da contribuição previdenciária dos servidores do município, mas os outros pontos da pauta atingem principalmente as profissionais da educação, uma vez que está previsto o desmonte do Plano de Progressão Funcional (plano de carreira) e a perda de outros direitos dessa categoria.
Por Caroline da Luz, professora da rede municipal de Duque de Caxias.
Mais um ato contra a violência nas favelas ocorre no Complexo do Alemão nesse sábado, dia 04 de abril. A população desceu o morro e se concentrou na entrada da Grota, na esquina com a Itararé, às 10hs, convocado pelos moradores do Complexo.
Teoria das Competências: o sucateamento e mercantilização como reinvenção da educação pública
Poderia encarar-se como uma tragédia infeliz caso a população não tivesse compartilhado diversas denúncias nas redes sociais que mostravam que há tempos o museu vinha sofrendo um sucateamento por parte do governo federal, que mesmo com os pedidos do diretor por mais verbas, continuava diminuindo os investimentos.
Tendo seus salários atrasados nos meses iniciais do ano, funcionárias e funcionários terceirizados dos Colégios Estaduais do Estado do Rio de Janeiro trabalharam por 3 meses sem receber seus salários e vale refeições por negligência da empresa MASAN e do governo do estado. Durante estes meses receberam apenas o vale transporte que permitia a ida e volta do trabalho.