Coletes amarelos: guerra civil ou guerra social?
Qual a posição dos militantes anarquistas da França em relação ao movimento dos Coletes Amarelos, que ficou conhecido internacionalmente pelas ações diretas que vem praticando?
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Qual a posição dos militantes anarquistas da França em relação ao movimento dos Coletes Amarelos, que ficou conhecido internacionalmente pelas ações diretas que vem praticando?
O Centro de Artes da Universidade Federal Fluminense (UFF), localizada na Rua Miguel de Frias, nº 9, no bairro de Icaraí, Niterói (RJ), teve corte do fornecimento de energia elétrica, nesta terça-feira (12/12/17), devido ao não pagamento de faturas, segundo a Enel Distribuição Rio. Cessou o funcionamento do Cine Arte UFF, do Teatro da UFF e das exposições abertas gratuitamente à população. A reitoria da universidade, que também funciona no mesmo prédio, também está às escuras pelo corte efetuado pela empresa privatizada, que tem lucros astronômicos às custas da exploração dum serviço de interesse notadamente público.
No dia 8 de Junho, professores, estudantes, funcionários e apoiadores reuniram-se para decidir o futuro da greve. Em assembleia, foi deliberado que a greve continuaria, e partiram todos para a concentração do ato, marcada para 14 horas na Candelária.
Foi aprovada pelo senado, na noite desta terça-feira, dia 11, a reforma trabalhista do governo Temer. Antes mesmo da votação, este resultado já era sinalizado pelo senado. As mobilizações que ocorreram durante meses no país não foram suficientes para barrar a reforma que, entre outras coisas, flexibiliza a relação entre empregado e empregador, podendo retroceder diversos direitos conquistados com luta na História.
Nesta sexta-feira, dia 17, uma grande investigação envolvendo algumas das maiores empresas de produção de carne do Brasil, como a JBS (Friboi e Seara) e a BRF (Sadia e Perdigão). A acusação é de pagamento de propina para funcionários do Ministério da Agricultura, o que envolve grandes partidos políticos (PMDB e PP), e adulteração da carne, que foi comercializada após passado o prazo de validade e com produtos químicos cancerígenos para evitar que o estado precário do animal fosse percebido pelos consumidores.
Nesta quinta-feira, 16 de junho, vários setores da educação se uniram em um ato unificado pela educação. Estavam presentes professores e alunos dos Colégios Estaduais e Federais e professores e alunos das Universidades Estadual e Federais do Rio de Janeiro.
Estudantes organizam Cinedebate com o documentário “1917: A Greve Geral” de Carlos Pronzato, para arrecadação de alimentos em solidariedades a funcionárias(os) terceirizadas(os) sem receber.
Às 18h dessa quarta-feira 7 de fevereiro, a banda já estava lá esquentado os tamborins para mais uma edição do Bloco da Ceguinha, um evento crítico-recreativo tradicional de iniciativa da categoria serventuária (servidora pública do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro). Mas o evento conta ainda com a participação de pessoas de diversos setores da classe trabalhadora. Trata-se também duma forma de resistência cultural de incentivo ao Carnaval de rua, respeitoso, democrático, acessível a todo mundo. Uma resistência avessa a qualquer forma de elitização dessa importante festa popular, que hoje (em muitos eventos) fica confinada em clubes granfinos e sambódromos com ingressos caros. Entendemos como negativa a realização de baile de Carnaval a portas fechadas: evento acrítico e meramente recreativo, isolado da rua e do povo.
A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2018 teve como tema "Ciência para redução das desigualdades". Com intuito de trazer uma abordagem crítica sobre o tema, o Portal Autônomo de Ciências convidou os professores Virgínia Fontes e Jose Helayel para participarem da mesa com título: "As Ciências Brasileiras têm de fato reduzido as desigualdades?"
A mesa aconteceu na Tenda da Ciência no campus de Manguinhos-RJ da Fiocruz no dia 17/10/2018. Confira abaixo:
A Frente Terra e Autonomia (FTA) pede apoio para a construção do Centro Social Guarani-Kaiowá na comunidade Guarani-Kaiowá em Contagem, MG. Esta Comunidade é uma ocupação urbana que existe fade março de 2013 em um lote irregular de uma empreiteira abandonada e conta com 150 Famílias.
O nome Guarani-Kaiowá foi escolhido em homenagem à luta dos indígenas do centro-oeste brasileiro e agora quera querem construir um centro social com o mesmo nome para abrigar as reuniões comunitárias, assembleias e as mais diversas atividades sociais e culturais de interessa da comunidade.
Segundo orçamento feito pela comunidade, a construção custará R$ 8,100,00 para a compra de materiais e será realizado pelas próprias moradoras e moradores da comunidade.
Segue abaixo o pedido de apoio para a construção do Centro Social Guarani-Kaiowá, através da página https://www.catarse.me/centrosocialgk.
Nesta segunda-feira, 23 de junho, mais um dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo, vários movimentos sociais programaram protestos em Copacabana, bairro onde está montada a arena da FIFA FunFest e onde se concentra boa parte dos turistas. As manifestações, que tinham horários e locais de concentração distintos, se encontraram e se uniram em uma marcha única pela praia de Copacabana, com destino a favela Pavão-Pavãozinho/Cantagalo.
No dia 9 de julho de 1917, às portas da fábrica Mariângela, no Brás, o sapateiro espanhol José Inegues Martinez, de 21 anos, era morto pela polícia em meio a mais uma das inúmeras paralisações que compuseram o cenário da primeira greve geral do país.
Hoje, 04 de julho, um grupo de manifestantes seguiu em protesto pela Tijuca, ao redor da Praça São Francisco Xavier, no momento em que os torcedores do jogo Alemanha x França saiam do estágio em direção às estações de Metrô mais próximas. O ato foi iniciado na praça, seguindo pela avenida de mesmo nome até a esquina com a Av. Maracanã.
Na noite desta terça-feira, 17 de janeiro, o Coletivo Projetação fez uma intervenção nas Barcas de Niterói pela Tarifa Zero.